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Brechó é legal, mas já ouviu falar de second hand?

Você conhece o conceito second-hand (segunda mão)? As iniciativas aqui no Brasil são mais semelhantes a um brechó, porém algumas lojas tiveram a iniciativa de disponibilizarem isso dentro de sua marca. Um exemplo disso, é a marca Filippa K, além de peças novas, os clientes também têm a oportunidade de levarem peças semi-novas e usadas.

Além disso, os clientes podem vender suas peças da coleção antiga da marca, onde serão avaliadas e receberão um voucher de 15% de desconto em sua próxima compra, podendo levar uma outra peça com o valor sendo abatido. Assim, não pesa nem na consciência e nem mesmo no bolso. E a peça ainda ganha uma outra oportunidade, seja na área de vendas do second-hand ou caso não haja condições de ser vendida novamente, é doada para organizações humanitárias.

Visando a durabilidade das roupas, suas coleções seguem uma linha contemporânea justapondo a moda alfaiataria com a moda esporte, e são feitas com qualidade para que durem com o passar do tempo, pois o antigo não é necessariamente fora de moda e nem mesmo deve ser descartado por isso.

Filippa K fundou a marca em 1993 junto ao seu marido e desde então, eles têm criado em cima de três valores: estilo, simplicidade e qualidade. Se dizem apaixonados pelo design e criam peças atemporais, oferecendo mais do que tendência.

Inspirada pelas minhas próprias necessidades, eu quis criar uma marca que tivesse substância e verdade, sem depender das tendências superficiais da indústria da moda.

Filippa Knutsson – fundadora do Filippa K

 

A grife sueca tem lojas na Europa, Estados Unidos, Rússia, Japão e Austrália e infelizmente ainda não no Brasil, mas quem sabe um dia, não? Enquanto isso, temos outras opções também sustentáveis de consumir aqui, como os brechós, bibliotecas de roupa e outras maneiras de compartilhamento de peças.

 

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